Tratamento Prévio e Acondicionamento

O tratamento prévio consiste no processo de modificação das características infectantes inerentes aos resíduos, dessa forma os riscos de contaminações e de acidentes são reduzidos. Por exemplo, o processo de autoclavação reduz a carga microbiana de culturas e estoques de microrganismos.

 

Procedimento para tratamento prévio e acondicionamento

Dentro da universidade, as unidades geradoras de resíduos infectantes devem realizar o tratamento prévio e o acondicionamento de acordo com a Resolução RDV 222/2018 da Anvisa. Os procedimentos encontram-se resumidos no quadro abaixo.

Os sacos para acondicionamento do Grupo A devem ser substituídos ao atingirem o limite de 2/3 de sua capacidade ou então a cada 48 horas, visando o conforto ambiental e a segurança dos usuários e profissionais.  E os sacos contendo RSS do Grupo A de fácil putrefação devem ser substituídos no máximo a cada 24 (vinte e quatro) horas.

¹Os sacos devem ser substituídos de acordo com a demanda ou quando o nível de preenchimento atingir 3/4 de sua capacidade ou de acordo com as instruções do fabricante.

Os resíduos Perfurocortantes (Grupo E) contaminados com material possivelmente infectante devem ser acondicionados em caixas próprias, contendo a identificação de infectante.

Todas as embalagens utilizadas para o acondicionamento de resíduos com risco biológico devem ser identificadas com os devidos rótulos, e estes devem ser preenchidos de maneira adequada. O modelo dos rótulos e a forma de preenchimento são encontrados aqui.

O caminho do resíduo realizado após a coleta até a destinação final é descrito no fluxograma abaixo.

Grupo A_caminho externo